Eu te amo.
E não, não como amigo, apesar de eu achar que somos ótimos amigos.
E não de uma maneira enganada, como um cãozinho apaixonado, embora eu tenha certeza de que você poderia chamar assim.
Eu te amo. Muito, muito simples, muito verdadeiro.
Você é a soma de tudo aquilo que eu sempre procurei em outro ser humano.
E eu sei que você pensa em mim apenas como amigo, e cruzar essa linha é a última coisa que você jamais consideraria.
Mas eu tinha que dizer. Eu apenas, eu não agüento mais.
Eu não agüento estar perto de você sem querer te abraçar.
Eu não posso, não posso olhar nos seus olhos sem sentir aquela urgência que você apenas lê em romances baratos.
Eu não consigo falar com você sem querer expressar meu amor por tudo o que você é.
E eu sei que isso provavelmente vai estragar nossa amizade, mas eu precisava dizer, pois nunca senti isso antes, e eu não me importo.
Eu sou quem eu sou por causa disso.
E se trazer isso a tona significa que não podemos mais ficar juntos, então isso me machuca.
Mas, por Deus, eu simplesmente não poderia permitir mais um dia sequer passar sem desabafar isso, independente do resultado, o que pelo olhar no seu rosto, vai ser a inevitável rejeição.
E sabe, eu vou aceitar isso.
Mas eu sei, eu sei que uma parte de você está hesitando por um momento, e se existe um momento de hesitação, então isso significa que você também sente algo.
E eu te peço, por favor, não ignore isso, e tente ponderar isso por alguns segundos.
Não há outra alma nessa porra desse planeta que já tenha me feito sentir a metade da pessoa que eu sou quando estou com você. E eu arriscaria essa amizade pela chance de levar isso ao próximo nível.
Porque isso existe entre você e eu. Você não pode negar isso.
Mesmo se, você sabe, nós nunca mais nos falarmos após essa noite, por favor saiba que eu estou para sempre mudado, por causa de quem você é, e do que você significa pra mim.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Chasing Amy
Postado por
Geisa Valencio
às
19:04
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